Exibido no Brasil em alguns canais abertos e fechados, o novo comercial do Campari mostra um jogo de sedução. As cenas foram apenas um aperitivo para a nossa noite. Fora da tela, o cenário não era muito diferente.
A diferença é que eu, amigo do casal – Bárbara Carvalho, uma estilista, e Rodrigo Renaux, um DJ apaixonado por gastronomia – fui conferir qual dos dois prepara melhor drinks à base de Campari, bebida elaborada em 1980 em Milão, na Itália, e sucesso em mais de 190 países.
Rodrigo, 27 anos, sugeriu um Americano Batido. Não resisti, e experimentei acompanhando cada detalhe do processo. “Com uma dose de Campari e uma de Vermute Cinzano Rosso, mais laranjas e abacaxis batidos, e já está quase pronto”, revela o músico, demonstrando habilidade e bons modos enquanto serve duas taças.
A namorada, 24 anos, observa desconfiada na outra mesa, a uma certa distância. Sua dúvida é pertinente: quais serão as armas utilizadas por ele para provar que é melhor do que a designer de roupas?
Aproximo-me de Bárbara, enquanto vejo que sua mesa é mais recheada do que a dele. Ele aumenta o tom da voz, quando vê o quanto estou admirado pela variedade dos tipos apresentados por ela. A jovem incentiva a minha degustação e ataca com informações sobre o gosto. “Ele é um Bitter, e significa amargo. É também aperitivo. Servido em copo on the rocks, assim, com gelo e limão ou laranja, fica divino”.
Por Maurício dos Santos
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