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Sair da facul com experiência na bagagem!

Eis um diferencial de qualquer curso em qualquer lugar; oportunizar aos alunos o convívio com a prática, tão essencial quanto a teoria. De fato; o conhecimento nasce essencialmente do casamento destas duas e sem isso é confusa a assimilação dos conceitos dados em aula.

            Os alunos de Publicidade e Propaganda passaram neste semestre pelos laboratórios de vídeo da Tv Univali. Na disciplina de Rádio Cinema e Tv, é requisitado aos alunos a produção de roteiros para uma propaganda de varejo, um documentário, um break comercial e um videoclipe.

“O aluno passa por todo o processo que vai da elaboração e confecção dos roteiros até a edição do material produzido. No curso já tivemos excelentes trabalhos produzidos que inclusive foram premiados em festivais fora da Instituição. Nosso objetivo agora é usar essa mesma “força criativa” nos laboratórios para que se produza cada vez mais com qualidade e criatividade” completa o professor da disciplina de RCTV; Rafael Bona.

            “É, também, uma oportunidade de despertar o interesse por outras áreas não diretamente relacionadas à publicidade, como direção de cinema, vídeoclips, etc. A parte de produção de vídeo é meio inexplorada, e a maior parte dos acadêmicos de publicidade não a percebe como possível campo de atuação.” Afirma Everson Bernardes, Co-produor e ator no clipe paródia dos BackStreetBoys; ValmorStreetBoys.

            Abaixo você confere os clipes produzidos pelos três grupos do sétimo período de PP no primeiro semestre de 2008, na disciplina Rádio Cinema e TV.

 

Bolívar Hetzer Salerno

 

 

 

 

A temperatura do gelo dele; a força da taça dela

Exibido no Brasil em alguns canais abertos e fechados, o novo comercial do Campari mostra um jogo de sedução. As cenas foram apenas um aperitivo para a nossa noite. Fora da tela, o cenário não era muito diferente.

A diferença é que eu, amigo do casal – Bárbara Carvalho, uma estilista, e Rodrigo Renaux, um DJ apaixonado por gastronomia – fui conferir qual dos dois prepara melhor drinks à base de Campari, bebida elaborada em 1980 em Milão, na Itália, e sucesso em mais de 190 países.

Rodrigo, 27 anos, sugeriu um Americano Batido. Não resisti, e experimentei acompanhando cada detalhe do processo. “Com uma dose de Campari e uma de Vermute Cinzano Rosso, mais laranjas e abacaxis batidos, e já está quase pronto”, revela o músico, demonstrando habilidade e bons modos enquanto serve duas taças.

A namorada, 24 anos, observa desconfiada na outra mesa, a uma certa distância. Sua dúvida é pertinente: quais serão as armas utilizadas por ele para provar que é melhor do que a designer de roupas?

Aproximo-me de Bárbara, enquanto vejo que sua mesa é mais recheada do que a dele. Ele aumenta o tom da voz, quando vê o quanto estou admirado pela variedade dos tipos apresentados por ela. A jovem incentiva a minha degustação e ataca com informações sobre o gosto. “Ele é um Bitter, e significa amargo. É também aperitivo. Servido em copo on the rocks, assim, com gelo e limão ou laranja, fica divino”.

 

Por Maurício dos Santos

 

 

 

 

 

Quem é Micreiro aqui?

São aqueles que apenas sabem mexer em algumas coisas no Photoshop ou Corel Draw, ou algum tipo de software para de tratamento de imagem. Como seus trabalhos são baratos tiram a vaga de pessoas que estudam exatamente para desempenhar esse serviço.

Profissionais de design gráfico sofrem no mercado de trabalho graças a uma novo tipo de parasita: o micreiro. Não é uma doença nem um microorganismo. São chamadas de micreiro aquelas pessoas que não tem nenhuma formação em comunicação visual e fazem trabalhos gráficos de baixa qualidade por preços pequenos.

“A pessoa pensa ‘Ah, eu conheço de Corel, Photoshop, então sou designer, sou publicitário.’ Aí cria uma agenciazinha e contrata um ou outro. É um grande erro do mercado, é um problema social pra nós designers, pois estão tirando nosso emprego”, comenta o professor do curso Design Gráfico da Univali, Marco Petrelli.            

Amanda Onishi (foto), aluna do 1º período de Design Gráfico, critica o trabalho do micreiro. “Só de dar uma volta na Hercílio Luz (em Itajaí) e olhar um pouquinho dos panfletos, já vejo qualquer coisa que me deixa revoltada. As pessoas que não conhecem o trabalho de um designer contratam o filho do vizinho, ou aquele tio que faz uns negócios de computador. Assim fica difícil”.

(Ruca Souza)

A boa lembrança

 

O Univento, acontecimento que engloba os cursos de Comunicação Social – Jornalismo, Publicidade e Relações Públicas, conta com a participação dos acadêmicos que inscrevem trabalhos em diversas categorias. A cada ano um tema diferente é escolhido.

A professora do curso de Publicidade e Propaganda, Cristiane do Carmo Badin, lembra de bons momentos que aconteceram na 7ª edição.

 

(Pamyle Brugnago, Roberson Pinheiro)

Clique e vire fã

33pp:  Criado pelos alunos do curso de Publicidade e Propaganda da UNIVALI, Brunca Fernandes, Camila Beaumord, Mauro Sérgio dos Santos Filho e Romeu Silveira, o blog 33pp surgiu em agosto do ano passado.

 

Com um layout simples, o 33 é recheado de belas imagens, dicas de música e tudo o que mais possa cair no gosto dos autores. Como já explicam no texto de apresentação o negócio é ser “retaguarda da vanguarda, (…) estar antenado, ligado, ver, ouvir e sentir o que há de novo no mundinho lá de fora, que se estende além da publicidade nossa de cada dia. Ler mais do que anuários. Ouvir mais do que jingles e spots. Ver mais do que o intervalo. Acessar mais do que os sites de agências.”

 

(Larissa Guerra)

Arquitetura para a comunidade

O Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo – EMAU é um projeto que busca unir conhecimento acadêmico, gestão estudantil e o desenvolvimento de estudos e projetos para comunidades excluídas e organizadas, conforme a Federação Nacional dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo (FENEA), os idealizadores do projeto na década de 1990. São 23 escritórios cadastrados, espalhados por instituições de ensino no país, sendo sete da região sul.  

O curso de Arquitetura e Urbanismo da Univali também está correndo atrás da formação de seu escritório modelo. Conforme a acadêmica do 5º período, Letícia Benkendorf Albuquerque, secretária encarregada do EMAU, só falta aprovação do estatuto para que o projeto tenha andamento. Atualmente, são 12 os acadêmicos que participam das reuniões referentes ao EMAU. Os alunos serão os criadores dos projetos, com a ajuda de pelo menos um professor orientador. 

Letícia espera que no 2º semestre deste ano o EMAU já esteja em funcionamento junto à comunidade. A equipe que trabalha na oficialização do escritório modelo de Balneário Camboriú aguarda a participação de mais alunos. Informações no Centro Acadêmico, bloco 02, piso térreo, no Campus de Balneário Camboriú. (Karina Pizzini) 

Cobaia Online está com sua segunda edição no ar

O jornalismo da Univali agora entra realmente no mundo digital. Este mês o jornal laboratório do curso, “COBAIA”, tem sua mais nova página: www.univali.br/cobaia. A nova versão trás algumas matérias da edição impressa, mas também tem matérias exclusivas.

 Os textos são todos produzidos por acadêmicos do curso, em sua maioria pelos estudantes do 5º período, onde está a disciplina de Jornalismo Digital. Nas aulas os alunos aprendem sobre a mais nova “arma” do jornalismo: a Internet.

 

(Antonio Massoquetti)

 

 

 

 

Na esteira do crescimento

Depois de anos de recessão, o crescimento da economia brasileira voltou a bater recordes. Um dos grandes responsáveis pelo crescimento é o setor da Indústria. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o setor atingiu a maior influência no crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro do primeiro trimestre de 2008 – que alcançou R$ 665,5 bilhões. O setor obteve expansão de 6,9% em relação ao mesmo período de 2006. 

Aliado a esse crescimento, o mercado de atuação de profissionais como Designers Industriais também é expandido. Para Flávio Anthero dos Santos, coordenador do curso de Design Industrial da Univali, apesar de não ser na mesma proporção, esse crescimento amplia o mercado do Design. “Há setores impulsionados por multinacionais, que já trazem projetos desenvolvidos do exterior. Mas certamente tem havido crescimento da demanda”, comenta.

 Os profissionais de design atuam nas indústrias na criação e produção de novas soluções para os ramos de atividade da empresa. Dessa forma, é possível encontrar uma relação direta entre a atuação desses profissionais e a expansão dos resultados do setor. “A atuação pode ser focada na criação e pesquisas de produtos ou na gestão de estratégias e design”, explica Flávio.

O curso de Design Industrial é lecionado no Campus de Balneário Camboriú da Univali e, em 2008, completa dez anos de existência.

 

(Por Gabriella Czarnobay e Jean Laurindo).

 

 

 

 

De olho nos games

A Universidade do Vale do Itajaí (Univali) oferece a partir da metade do ano os cursos de Design de Jogos e Entretenimento Digital, no campus de Balneário Camboriú, e de Tecnólogo em Jogos Digitais, na nova unidade de Florianópolis. Ambos atenderão a demanda de mão-de-obra gerada pela instalação de um pólo de produção de games em Santa Catarina.

O mercado de jogos movimenta bilhões de dólares no exterior. Segundo dados da Associação Brasileira das Desenvolvedoras de Jogos Eletrônicos (Abragames), ultrapassou o faturamento do cinema em 2006 e projeções apontam um crescimento de 20% nos próximos anos.

Conforme disse o diretor do Ceciesa.com, Prof. Dr. Carlos Alberto Tomelin, em Santa Catarina, o governo estadual seleciona empresas para a instalação de um pólo de produção de softwares de entretenimento em Florianópolis desde 2007. Tendo em vista as necessidades do setor, a Univali criou os cursos de Design de Jogos e Entretenimento Digital e de Tecnólogo em Jogos Digitais.

 

Para montar o curso, professores da instituição participaram de eventos na área de tecnologia, bem como visitas a outras instituições de ensino. As escolhidas foram a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), por ter o curso pioneiro em Jogos Digitais no Sul do Brasil e pela existência de um intercambio entre os professores de lá e os de Ciência da Computação da Univali, e a Faculdade Senac de São Paulo.

“Fomos buscar profissionais que estão no mercado ou estão na academia desenvolvendo pesquisas na área. Vale ressaltar que dentro da própria Univali no curso de Ciência da Computação já havia um grupo que pesquisa nesta área”, afirmou Anita Maria da Rocha Fernandes, coordenadora do curso de Tecnologia em Jogos Digitais.

 

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